Portugal bate a Grécia pela primeira vez na história e alcança, inédito, a 2.ª ronda de apuramento para o Mundial
Diogo Brito com 17 pontos e 9 ressaltos numa vitória fora que abre uma porta inédita à seleção portuguesa.
Acompanhamos as seleções nacionais masculina e feminina, o principal escalão do campeonato português, as taças e a presença dos clubes portugueses nas provas europeias — com atenção especial aos formatos, que no basquetebol mudam com frequência.
O que cobrimos
O basquetebol é a modalidade em que os formatos de competição mudam mais depressa, e isso obriga a escrever com cuidado. Um apuramento para um Campeonato do Mundo pode ter duas rondas com regras diferentes; uma prova europeia de clubes pode alterar o número de participantes de uma época para a outra. Sempre que isso acontece, explicamos o que mudou antes de comentar quem beneficia.
A cobertura divide-se entre seleções e clubes. Nas seleções, seguimos os dois percursos nacionais, com particular atenção ao trabalho de médio prazo: em basquetebol, as janelas de apuramento estão distribuídas ao longo de meses e um bom resultado isolado raramente conta a história completa. Nos clubes, acompanhamos a fase regular, as séries decisivas e o acesso às provas continentais.
Não publicamos classificações em atualização permanente nem estatísticas individuais em tempo real. O que fazemos é situar cada resultado no contexto do formato em que foi obtido.
Todos os textos
Diogo Brito com 17 pontos e 9 ressaltos numa vitória fora que abre uma porta inédita à seleção portuguesa.
Treze títulos, o último em 2016, e um acesso direto à prova europeia que o clube nunca tinha alcançado.
Da mesma redação
Golo de Ferran Torres aos 106 minutos, apenas um golo sofrido em todo o torneio e um registo que nenhuma outra seleção tinha alcançado.
Duas primeiras mãos em Portugal, na quinta-feira. O regresso joga-se a 13 de agosto, uma em Edimburgo e outra em campo neutro.
No cargo desde 2010, o selecionador chega a 2028 com dezoito anos de trabalho no mesmo comando técnico.
Sobre a modalidade
Um encontro de basquetebol divide-se em quatro períodos de dez minutos nas competições organizadas pela federação internacional. O relógio pára em cada interrupção, o que significa que dez minutos de período correspondem a bastante mais tempo real. Se persistir a igualdade no final do quarto período, joga-se um prolongamento de cinco minutos, repetido as vezes que forem necessárias.
A peça central do regulamento moderno é o relógio de posse: uma equipa dispõe de vinte e quatro segundos para concluir o ataque com um lançamento que toque no aro. Se recuperar a bola após um lançamento válido, o relógio reinicia em catorze segundos. Foi este dispositivo, e não a linha de três pontos, que obrigou as equipas a inventar circulação de bola, cortes e bloqueios — sem limite de tempo, uma equipa em vantagem podia simplesmente segurar a bola.
A linha de três pontos veio depois redistribuir o espaço que o relógio já tinha tornado obrigatório usar. A distância varia entre competições e escalões, mas o efeito é sempre o mesmo: obriga a defesa a cobrir mais campo e cria os corredores por onde passam os bloqueios diretos.
Ao contrário do futebol, o sistema de repetição instantânea só pode ser acionado para matérias expressamente previstas no regulamento — validade de um lance no fim de um período, contagem de dois ou três pontos, identificação do autor de uma falta antidesportiva, entre outras. Em vários casos, a revisão só é possível no final do período ou do encontro, o que explica correções de resultado que parecem chegar tarde demais.