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Basquetebol

Acompanhamos as seleções nacionais masculina e feminina, o principal escalão do campeonato português, as taças e a presença dos clubes portugueses nas provas europeias — com atenção especial aos formatos, que no basquetebol mudam com frequência.

Silhueta de uma tabela de basquetebol ao fim da tarde, com palmeiras em contraluz
Do apuramento das seleções às séries decisivas dos clubes

O que cobrimos

A linha editorial desta secção

O basquetebol é a modalidade em que os formatos de competição mudam mais depressa, e isso obriga a escrever com cuidado. Um apuramento para um Campeonato do Mundo pode ter duas rondas com regras diferentes; uma prova europeia de clubes pode alterar o número de participantes de uma época para a outra. Sempre que isso acontece, explicamos o que mudou antes de comentar quem beneficia.

A cobertura divide-se entre seleções e clubes. Nas seleções, seguimos os dois percursos nacionais, com particular atenção ao trabalho de médio prazo: em basquetebol, as janelas de apuramento estão distribuídas ao longo de meses e um bom resultado isolado raramente conta a história completa. Nos clubes, acompanhamos a fase regular, as séries decisivas e o acesso às provas continentais.

Não publicamos classificações em atualização permanente nem estatísticas individuais em tempo real. O que fazemos é situar cada resultado no contexto do formato em que foi obtido.

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Sobre a modalidade

O regulamento que dita o ritmo do jogo

Um encontro de basquetebol divide-se em quatro períodos de dez minutos nas competições organizadas pela federação internacional. O relógio pára em cada interrupção, o que significa que dez minutos de período correspondem a bastante mais tempo real. Se persistir a igualdade no final do quarto período, joga-se um prolongamento de cinco minutos, repetido as vezes que forem necessárias.

A peça central do regulamento moderno é o relógio de posse: uma equipa dispõe de vinte e quatro segundos para concluir o ataque com um lançamento que toque no aro. Se recuperar a bola após um lançamento válido, o relógio reinicia em catorze segundos. Foi este dispositivo, e não a linha de três pontos, que obrigou as equipas a inventar circulação de bola, cortes e bloqueios — sem limite de tempo, uma equipa em vantagem podia simplesmente segurar a bola.

A linha de três pontos veio depois redistribuir o espaço que o relógio já tinha tornado obrigatório usar. A distância varia entre competições e escalões, mas o efeito é sempre o mesmo: obriga a defesa a cobrir mais campo e cria os corredores por onde passam os bloqueios diretos.

Ao contrário do futebol, o sistema de repetição instantânea só pode ser acionado para matérias expressamente previstas no regulamento — validade de um lance no fim de um período, contagem de dois ou três pontos, identificação do autor de uma falta antidesportiva, entre outras. Em vários casos, a revisão só é possível no final do período ou do encontro, o que explica correções de resultado que parecem chegar tarde demais.

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