Espanha conquista o Mundial 2026 em Nova Jérsia e junta os dois títulos mundiais
Golo de Ferran Torres aos 106 minutos, apenas um golo sofrido em todo o torneio e um registo que nenhuma outra seleção tinha alcançado.
A secção mais movimentada da redação. Acompanhamos as seleções nacionais, o principal escalão do campeonato português, as provas a eliminar e a participação dos clubes portugueses nas competições europeias — sempre com o regulamento por perto.
O que cobrimos
O futebol ocupa a maior parte do calendário da BallTimes por uma razão simples: é a modalidade em que mais decisões se tomam por semana e aquela em que mais dúvidas de regulamento chegam à redação. Escrevemos sobre o que aconteceu, mas dedicamos sempre espaço a explicar por que motivo aconteceu daquela forma — que regra estava em causa, que formato de prova produziu aquele encontro, que consequência tem o resultado no calendário seguinte.
A cobertura reparte-se por quatro frentes. As seleções, masculina e feminina, em fases finais e em apuramentos. As provas nacionais, do escalão principal às taças. As competições europeias de clubes, com atenção particular às pré-eliminatórias de verão, que decidem meses de calendário em duas semanas. E o futebol feminino de clubes, cujo crescimento em Portugal alterou por completo a leitura das provas europeias nos últimos anos.
O que não fazemos: classificações em tempo real nem resultados minuto a minuto. Aqui, cada texto é escrito para continuar a fazer sentido semanas depois de publicado.
Todos os textos
Golo de Ferran Torres aos 106 minutos, apenas um golo sofrido em todo o torneio e um registo que nenhuma outra seleção tinha alcançado.
Um golo de Mikel Merino no primeiro minuto de compensação eliminou a equipa de Roberto Martínez no AT&T Stadium.
Um golo do dinamarquês Victor Froholdt aos 38 minutos deu ao campeão nacional o primeiro troféu da época.
Dezoito clubes, 34 jornadas, o décimo ano consecutivo com videoárbitro e uma jornada inaugural repartida por quatro dias.
Duas primeiras mãos em Portugal, na quinta-feira. O regresso joga-se a 13 de agosto, uma em Edimburgo e outra em campo neutro.
É a primeira vez que a prova se joga na Áustria — e a primeira vez que um árbitro não europeu dirige o encontro.
Primeiro lugar do grupo com 15 pontos, sem a via intercontinental pela frente e dois encontros marcados para outubro.
Cinco golos do Sporting na Áustria, uma eliminação do Torreense e um lugar inédito do Benfica na fase de liga.
Sobre a modalidade
A pirâmide competitiva portuguesa organiza-se em escalões ligados por subidas e descidas. O escalão principal reúne 18 clubes e disputa-se a duas voltas, ao longo de 34 jornadas, entre agosto e maio. O título é atribuído pela classificação final, sem fase decisiva: quem somar mais pontos ao fim das 34 jornadas é campeão. Os últimos classificados descem ao segundo escalão, que também reúne 18 clubes, e de onde sobem os dois primeiros.
Abaixo desses dois patamares profissionais existe a Liga 3 e, mais abaixo ainda, o Campeonato de Portugal, que funciona como ligação entre o futebol nacional e as competições distritais. Cada uma destas provas tem regras próprias de acesso, de número de equipas e de fases finais, e todas se articulam num calendário anual fixado antes do início da época.
A par do campeonato existem duas provas a eliminar. A Taça de Portugal é aberta a clubes de vários escalões e mantém o encontro único em todas as eliminatórias, com final no Estádio Nacional, no Jamor — formato que produz regularmente resultados improváveis, porque um encontro só não dá tempo a corrigir um mau dia. A Taça da Liga reúne apenas clubes dos escalões profissionais e termina numa fase final concentrada num único recinto.
A época abre com a Supertaça, encontro único entre o campeão nacional e o vencedor da Taça de Portugal, disputado habitualmente em campo neutro no início de agosto. Se o mesmo clube conquistar as duas provas, o lugar passa para o finalista vencido da Taça. É a primeira decisão do calendário e, muitas vezes, o primeiro sinal do estado de forma das equipas.