Jorge Braz renova até 2028 e prepara a seleção para o apuramento do Mundial e para a Finalíssima
No cargo desde 2010, o selecionador chega a 2028 com dezoito anos de trabalho no mesmo comando técnico.
Portugal é uma das potências mundiais da modalidade e isso reflete-se na atenção que lhe damos. Acompanhamos a seleção nacional, o campeonato interno masculino e feminino, as taças e o percurso dos clubes portugueses nas provas europeias.
O que cobrimos
O futsal português vive um período que não tem paralelo na sua história: um título mundial, dois títulos europeus e uma presença permanente no grupo restrito de seleções candidatas a qualquer troféu. A cobertura desta secção parte daí, mas não se esgota na seleção principal.
Damos espaço igual ao campeonato nacional, cujas séries decisivas produzem regularmente encontros de nível europeu, e ao setor feminino, que passou a ter competição internacional própria e uma seleção com resultados de topo. Também escrevemos sobre calendário: no futsal, mais do que noutras modalidades, as datas condicionam tudo, porque as provas de clubes e as janelas de seleção se sobrepõem com frequência.
Quando um texto envolve uma regra específica — faltas acumuladas, guarda-redes avançado, tempos mortos —, explicamo-la no próprio artigo, sem pressupor que o leitor já conhece o regulamento.
Todos os textos
No cargo desde 2010, o selecionador chega a 2028 com dezoito anos de trabalho no mesmo comando técnico.
Série decidida por 3-2 no quinto encontro. É o primeiro bicampeonato do clube na modalidade em dezoito anos.
Da mesma redação
Golo de Ferran Torres aos 106 minutos, apenas um golo sofrido em todo o torneio e um registo que nenhuma outra seleção tinha alcançado.
Duas primeiras mãos em Portugal, na quinta-feira. O regresso joga-se a 13 de agosto, uma em Edimburgo e outra em campo neutro.
Diogo Brito com 17 pontos e 9 ressaltos numa vitória fora que abre uma porta inédita à seleção portuguesa.
Sobre a modalidade
Um encontro de futsal joga-se entre duas equipas de cinco jogadores, incluindo o guarda-redes, em duas partes de vinte minutos de tempo útil — o relógio pára sempre que a bola sai de jogo. As substituições são livres e sem limite, feitas numa zona própria junto ao banco, o que permite manter uma intensidade impossível de sustentar num campo de futebol.
A regra mais determinante é a das faltas acumuladas. Cada equipa pode cometer cinco infrações por parte sem consequência adicional. A partir da sexta, cada nova falta dá origem a um livre sem barreira, marcado a dez metros da baliza ou do ponto da infração, à escolha da equipa que o beneficia. É por isso que uma defesa agressiva com as mãos custa muito mais caro no pavilhão do que no relvado, e é essa contagem que explica a mudança de comportamento defensivo a meio de cada parte.
Outra particularidade é o guarda-redes avançado: quando participa no ataque como jogador de campo, cria superioridade numérica, mas deixa a baliza desguarnecida. É um recurso de momentos específicos, quase sempre com um plano de recuo definido, e não uma solução permanente. A regra dos quatro segundos para repor a bola em jogo e o limite de tempo para o guarda-redes a segurar no seu meio-campo completam o conjunto de normas que forçam o jogo a andar.
As provas de clubes decidem-se em séries de encontros, e não por classificação simples. Uma série à melhor de cinco premia a profundidade do plantel e reduz o peso de uma noite infeliz — motivo pelo qual as finais nacionais chegam com frequência ao quinto encontro.